Homem é condenado pela 2ª vez a 21 anos de prisão por matar jovem a tiros durante 'rolezinho' em Rio Preto
05/03/2026
(Foto: Reprodução) Homem é condenado a 21 anos de prisão por matar jovem a tiros em 'rolezinho' em Rio Preto
O homem acusado de matar um jovem de 21 anos a tiros durante um "rolezinho" foi julgado pela segunda vez na quinta-feira (5) em São José do Rio Preto (SP) e condenado a 21 anos de prisão em regime fechado.
O júri popular do tratorista Gabriel Thiago Januário começou às 13h30 e durou cerca de cinco horas. O g1 tenta contato com a defesa dele.
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Em fevereiro do ano passado, o tratorista já havia sido condenado a 17 anos e seis meses de prisão em regime fechado por homicídio duplamente qualificado por meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Homem acusado de matar jovem a tiros durante 'rolezinho' foi julgado pela 2ª vez em Rio Preto (SP)
Reprodução / TV TEM
Aos jurados, Gabriel Thiago afirmou à época que cometeu o crime por legítima defesa, já que, segundo ele, recebia ameaças por parte de Vinicius Rafael Rocha Bueno, de 21 anos, e temia pela própria integridade física. O Ministério Público não ficou satisfeito com o resultado, recorreu ao Tribunal de Justiça e conseguiu anular o primeiro júri.
Na ocasião, o promotor alegou que os jurados se equivocaram ao reconhecer que o crime foi praticado mediante violenta emoção, ou seja, quando é cometido após provocação da vítima. Para o MP, o homem agiu de forma premeditada.
Assassinato
O crime ocorreu no Conjunto Habitacional Nova Esperança, na noite do dia 5 de outubro de 2023. Segundo informações apuradas pela TV TEM, Gabriel estava na garupa da motocicleta de um amigo que se infiltrou no passeio.
O piloto se aproximou da moto de Vinicius e Gabriel disparou 12 vezes, fugindo em seguida. Ele foi localizado e preso em flagrante na Rodovia Washington Luís (SP 310), em Mirassol (SP).
Homem acusado de matar jovem a tiros durante 'rolezinho' foi julgado pela 2ª vez em Rio Preto (SP)
Arquivo pessoal
Com Gabriel, os policiais encontraram a arma usada no homicídio. Gabriel morava em Jaci (SP) e voltava para casa no momento em que foi abordado e preso. Na ocasião, ele confessou que atirou na vítima, mas não informou a motivação. Desde então, permaneceu preso enquanto aguardava o julgamento.
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